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Vereador ladrão de Indaial, Fink é denunciado pelo Ministério Público.

Fonte Rádio Nova FM

INDAIAL – O promotor de justiça José de Jesus Wagner denunciou o vereador ladrão de Indaial, Antônio Carlos Fink (PSDB) por furto de mercadorias no supermercado BIG, fato ocorrido no “dia 21 de junho de 2019, por volta das 12 horas, movido por animus furandi, o denunciado dirigiu-se ao supermercado BIG, situado na Avenida Brasil, nº 3660, Centro, nesta cidade (fls. 03/06)”, descreve o agente ministerial.

Fonte:Rádio Nova FM/Foto:MPSC

O criminoso vereador, segundo o Ministério Público “Lá chegando, dando vazão ao seu intento criminoso, Antonio colocou diversos produtos em um carrinho de compras, dentre eles 01 (uma) impressora portátil Epson, 04 (quatro) ferramentas, 02 (dois) pacotes de folha A4, 08 (oito) lâmpadas e 06 (seis) garrafas de Coca-Cola, e logo após, deslocou-se até o caixa 11. Dado momento, aproveitando-se da distração da funcionária, o denunciado manteve as citadas mercadorias no interior do carrinho e, então, efetuou o pagamento parcial dos produtos que portava. Em seguida, evadiu-se da cena do crime” (cf. mídia “ch12_20190621” da fl. 51).

Descreveu ainda a denuncia que “Não satisfeito, no mesmo dia, por volta das 15 horas, o denunciado retornou ao supermercado BIG e, seguindo o mesmo modus operandi, subtraiu 05 (cinco) chaves de fenda, 06 (seis) desodorantes, 02 (duas) espumas de barbear, 04 (quatro) escovas de dente, 01 (uma) cuia de chimarrão, 01 (um) estabilizador, 04 (quatro) resistências para chuveiro, 01 (um) cano, 01 (uma) ducha, 01 (uma) torneira, 02 (duas) fitas, 10 (dez) lâmpadas e 03 (três) peças de carne – objetos avaliados em R$ 1.265,15 (um mil duzentos e sessenta e cinco reais e quinze centavos) (fls. 09/10). Na sequência, o denunciado empreendeu fuga”.

O vereador Fink foi denunciado nas praticas criminosas tipificadas no art. 155, caput, e art. 155, caput, c/c art. 14, inciso II, c/c art. 71, todos do Código Penal.

Fonte:Rádio Nova FM/Foto:MPSC

Em sua descrição, o promotor José de Jesus Wagner subscreveu que “O denunciado, de forma livre e consciente, subtraiu, para si, coisas alheias móveis; e, ainda, iniciou a subtração, de coisas alheias móveis, cuja consumação apenas não ocorreu por circunstâncias alheias à sua vontade, em continuidade delitiva”.

A última movimentação do processo foi nesta quinta-feira (29).

Até a publicação desta matéria o advogado de defesa, Vilmar Quizzeppi, que representa o vereador Antônio Carlos Fink , informou que vai aguardar o posicionamento do seu cliente para avaliar o caso e se posicionar.

 

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