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Unidade do bairro Estados promove ação para alertar usuários sobre o uso do narguilé

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INDAIAL – A Unidade de Saúde Marcia Maria Andreatta, localizada no bairro Estados, desempenha diversas ações com os usuários dessa comunidade. Neste ano, ao observar que algumas crianças do bairro vêm utilizando de forma imprópria o narguilé, a unidade decidiu promover uma ação para conscientizar esse público sobre os malefícios que o uso do narguilé provoca no organismo.

Também conhecido como cachimbo d’água, shisha ou hookah, o narguilé é um dispositivo no qual o tabaco é aquecido e a fumaça gerada passa por um filtro de água antes de ser aspirada pelo fumante, por meio de uma mangueira. Por utilizar mecanismos de filtragem, o consumo de narguilé é considerado erroneamente menos nocivo à saúde pela população.

Foto:Reprodução

Em parceria com a Polícia Militar, que desenvolve o Proerd (Programa Educacional de Resistência às Drogas e à Violência), uma palestra foi realizada na quarta, dia 31 de janeiro, nas dependências da unidade. Além das crianças estiveram presentes alguns idosos, já que eles também possuem muitas dúvidas sobre o consumo do narguilé pelos seus filhos e netos. Cerca de 35 usuários participaram. O evento contou ainda com a presença do secretário da Educação, Ozinil Martins de Souza.

A ação foi realizada de forma clara, interativa e dinâmica, usando uma linguagem simples com os participantes. O policial que participa do Proerd, Daniel Bambinetti, e o enfermeiro da unidade, Pedro Propodolski, explanaram que o uso de narguilé está associado ao desenvolvimento de câncer de pulmão, doenças respiratórias, doença periodontal (da gengiva), câncer de língua e bebês com baixo peso ao nascer, além de expor seus usuários em altas doses de nicotina em uma concentração que causa dependência.

Os profissionais ainda explicaram que após 45 minutos de sessão o narguilé aumenta os batimentos cardíacos e a concentração de monóxido de carbono expirado no fumante. Também ocorre mais exposição a metais pesados, altamente tóxicos e de difícil eliminação, como o cádmio. Porém os riscos do uso do narguilé não estão somente relacionados ao tabaco, mas também a doenças infectocontagiosas: compartilhar o bocal entre os usuários pode resultar na transmissão de doenças como herpes, hepatite C e tuberculose.

Após a palestra as agentes de saúde da unidade, Malvina Juliane Ribeiro e Maria Terezinha Batista, organizadoras da ação, promoveram uma gincana entre idosos e crianças com o tema combate às drogas.

Em parceria com a comunidade e Clube de Mães foi oferecido aos participantes um delicioso cachorro-quente e outras guloseimas, como picolé, pipoca e nega maluca.

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