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Professoras são condenadas por tortura

A denúncia teve como origem informações prestadas por pais que notaram desvios de comportamento, autolesões, temor e recusa em ir para a escola por parte de seus filhos.

gulamania
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SANTA CATARINA – As professoras Marlei de Fátima Soares da Silva e Silvani Vilant de Biasi (de 42 e 38 anos, respectivamente) foram condenadas pelo crime de tortura cometido em 2016 em uma creche municipal de Abelardo Luz, Oeste do estado. Ambas cumprirão pena de reclusão por dois anos e oito meses em regime aberto. Elas também foram condenadas com a perda da função pública, interdição pelo exercício do dobro da pena aplicada, além do pagamento das custas de despesas processuais.

A denúncia, oferecida pelo Promotor de Justiça Chrystopher Augusto Danielski, teve como origem informações prestadas por pais que notaram desvios de comportamento, autolesões, temor e recusa em ir para a escola por parte de seus filhos – de cerca de 1 ano de idade. Segundo os autos, três crianças eram sequencialmente ofendidas pelas professoras. Elas também negavam atendimento e alimentação, amedrontavam os infantes e deixavam-os chorar à própria sorte sem qualquer atenção, bem assim não permitiam que outros professores prestassem auxílio às crianças.

Por medida cautelar expedida no início do processo, as professoras já estavam afastadas de suas atividades desde julho de 2019.

As condenadas apresentaram recurso de apelação da sentença condenatória, ainda pendente de julgamento. Processo n°: 000149-74.2016.8.24.0001.

Fonte: Ministério Público Estadual de Santa Catarina 

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