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Policial militar da reserva é condenado por assassinar companheira em Itapema

Por TJSC

SANTA CATARINA – O policial militar da reserva acusado de matar a própria mulher – uma policial civil -, em 2017, foi condenado na semana passada durante sessão do Tribunal do Júri da comarca de Itapema. As penas, somadas, totalizam 20 anos de reclusão, inicialmente em regime fechado, por homicídio triplamente qualificado – feminicídio, motivo torpe e uso de recurso que dificultou a defesa da vítima – e ocultação de cadáver.
Segundo a denúncia do Ministério Público (MP), o réu efetuou um disparo de arma de fogo em direção à cabeça da esposa, motivado por ciúmes e sentimento de posse em relação à vítima. O crime teria ocorrido dentro da residência do casal, durante o repouso noturno. Após matar a vítima, ainda de acordo com o MP, na madrugada do dia 6 de dezembro de 2017, o policial militar da reserva teria enterrado o cadáver na areia da praia de Taquaras, em Balneário Camboriú.

Desde 2017, o homem está preso no 12º Batalhão da Polícia Militar, em Balneário Camboriú e, com esta sentença, cumprirá sua pena em unidade prisional a ser definida. A sessão do júri ocorreu na Câmara de Vereadores de Itapema, teve início às 9h, encerrou por volta das 23h e foi presidida pelo juiz Marcelo Trevisan Tambosi, da Vara Criminal de Itapema. Ao policial militar da reserva foi negado o direito de recorrer da decisão em liberdade, pelo fato de ter respondido ao processo preso preventivamente e diante da ameaça de atentar contra a própria vida, o que representa risco à aplicação da lei penal. O processo tramitou em segredo de justiça.

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