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Padrasto acusado de asfixiar menina de 10 meses em SC é condenado a 25 anos de prisão

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SEGURANÇA – Em júri popular nesta quinta-feira (15), Luan Loch Carlota foi condenado a 25 anos, cinco meses e 23 dias de prisão em regime inicialmente fechado por matar a enteada, Mariah Della Giustina Gonçalves, de 10 meses. O julgamento ocorreu em São Ludgero, no Sul do estado, e o resultado foi proferido à noite. O G1 não conseguiu contato com a defesa do réu.

A criança foi assassinada por volta das 10h30 de 25 de fevereiro do ano passado, enquanto o padrasto cuidava dela em casa, no bairro Lado da União, em Braço do Norte, também Sul do estado. A mãe estava trabalhando em um salão de beleza. Luan tinha 21 anos na época do crime.

De acordo com a Vara Criminal de Braço do Norte, o réu foi condenado por homicídio qualificado por motivo fútil e meio cruel, com agravante de pena pela vítima ser menor de 14 anos. Também foi condenado por submeter a vítima a intenso sofrimento físico de forma a caracterizar o crime de tortura. Houve aumenta da pena pela agressão ter sido feita contra uma criança.

O júri popular terminou às 20h50.

Investigação

Na época do crime, o delegado responsável pela investigação, William Cesar Sales, contou que o acusado relatou que a criança estava chorando muito e que ele não dormia havia algumas noites por causa disso, então ele cometeu o crime.

O IML (Instituto Médico Legal) apontou que a morte foi ocasionada por um bloqueio da respiração de forma externa, por conta das marcas de pressão que ficaram no rosto da vítima. O padrasto e a mãe da menina foram detidos no velório de Mariah poucas horas depois do crime. A mãe, porém, foi solta horas depois.

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