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Mulher sofre estupro, sequestro e cárcere privado em Blumenau

Por Judson Lima

gulamania
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BLUMENAU – Uma mulher de 66 anos acionou a Polícia Militar na Rua Thomé de Souza no bairro Vila Nova, para denunciar que fora vítima de estupro, sequestro e cárcere privado, ela contou aos PMs que o autor foi o seu inquilino de 37 anos, ele usou uma pá e um alicate para ameaçar a vítima. O crime aconteceu na manhã desta quinta-feira (28) em Blumenau, o agressor foi preso.

Na cena, a mulher relatou que foi mantida, contra a sua vontade, encarcerada na residência inquilino, e foi forçada a manter relação sexual com o mesmo mediante grave ameaça por mais de quatro horas. Informou ainda que individuo é seu inquilino e mora na parte de baixo de sua residência. Em nenhum momento a vítima relatou ter relacionamento conjugal com agressor.
Os policiais encontraram o autor no quintal da casa com a pá e alicate em mãos, ele contou a PM que mora a dois meses nos fundos da residência da senhora denunciante e que eles tinham relação sexual consensual durante todo o período em que estava morando no referido local, inclusive mantém relacionamento conjugal, o agressor apresentava odor etílico e olhos avermelhados, descreveu a guarnição.

O filha da vítima estava na casa a mãe de fica localizada na frente do terreno aonde ocorreu o ato, ele contou que estava jogando videogame e utilizando fone de ouvido, por isso não viu nem ouviu nada.

A vítima mulher tinha um hematoma em seu ombro direito que segundo ela foi proveniente de uma mordida do autor durante o ato sexual.

A pá e o alicate utilizados para praticar o crime foram apreendidos.

Foi acionado o SAMU Bravo 02, que compareceram no local para atendimento. A vítima foi conduzida para o Hospital Santo Antônio. A Central Regional de Emergência entrou em contato com o IGP (Instituto Geral de
Perícias), o qual o agente informou que não iriam até o local. Que os trabalhos seriam do médico do IGP com o exame de corpo de delito na vítima e com relação ao imóvel a polícia civil solicitaria via ofício posterior. A Central Regional de Emergência realizou contato com a polícia civil DPCAMI (Delegacia de Polícia de Proteção à Mulher, à Criança e ao Adolescente) falado com o plantonista, o qual anotou as informações da vítima e o endereço. Iria realizar os procedimentos sobre a guia de exame de corpo de delito e posterior já iria deslocar ao hospital.

Após a prisão em flagrante realizada pela autoridade policial, o autor do fato foi encaminhado ao IGP para realização de exame de corpo de delito e, posteriormente, conduzido a delegacia de polícia civil para os procedimentos cartorários e demais atos burocráticos pertinentes.

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