Mano do PGC é morto na área do Querosene

(Fonte:Diarinho/Foto:Reprodução)

SEGURANÇA – Foi tensa na localidade do Querosene, no bairro Itacolomi, em Balneário Piçarras, onde mais um suposto integrante do primeiro Grupo Catarinense (PGC) caiu morto pelos policiais – e esse é o quinto criminoso ligado ao grupo fora de circulação desde o Natal. Anderson Domingos Sell, o Mano, 29 anos, entrou em confronto com a polícia e acabou baleado e morto.

Mano, segundo a versão oficial, era perigoso, e teria recentemente barbarizado com uma família da comunidade. Era o principal suspeito da morte a facadas de uma moça, no último dia 2 de janeiro, supostamente a mando dos líderes do PGC. A vítima teve o pescoço cortado e o corpo queimado – uma ocorrência que, estranhamente, parece não ter sido informada à imprensa. Na ocasião, não satisfeito, ele teria expulsado a família da moça da casa onde moravam.

Mano portava um revólver calibre 38 quando a polícia começou a varredura no Querosene. A reação foi imediata, quando ele ameaçou meter bala nos policiais. Segundo a PM informou, a arma do cara teria apresentado problemas, e travou. Os policiais do tático constataram que Mano disparou pelo menos duas vezes, mas a arma travou.

A reação foi fatal pro bandidão, que acabou morto pela PM. Com ele tavam dois rádios comunicadores, pelo menos 47 pedras de crack e um papel contendo a contabilidade do tráfico de drogas. O corpo foi recolhido pelo IML e os materiais foram apreendidos e levados à delegacia de Balneário Piçarras.

As baixas no PGC estão aumentando na região. No último dia 3, dois suspeitos, de 21 e 31 anos, respectivamente, também foram presos na região do Querosene, numa operação das polícias de Navegantes e Penha. Eles traficavam na rua Ilhota, no mesmo bairro Itacolomi, e um deles era foragido da cadeia de Blumenau.

Um dia antes, em 2 de janeiro, Rodrigo Caíque Valadão, o Bahia, também foi fuzilado numa ocupação do bairro Meia Praia, em Navegantes. Era considerado um dos mais perigosos da facção, com várias mortes nas costas e confrontos com a polícia. Na tarde de Natal, caiu Giovani Dionísio Gomes, 23 anos, na rua Tacaré, em Santa Lídia, Penha, acusado de extorsão, receptação, associação criminosa e tráfico de drogas.

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