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Índios fazem ato cerimonial e cobram justiça pelo assassinato de professor em Penha

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SEGURANÇA – Nesta quarta-feira (10) haverá um novo ato mobilizado pela classe indígena para homenagear e cobrar justiça pelo assassinato do professor Marcondes Namblá de 36 anos, morto no inicio deste ano em Penha, o crime ocorreu na madrugada do dia 1º, e a vítima morreu no dia 2 no Hospital. O assassino Gilmar Cesar de Lima, 32 anos continua foragido.

Hoje, alunos do curso de Licenciatura Intercultural Indígena do Sul da Mata Atlântica, da UFSC, estão mobilizados na organização de um ato cerimonial e um protesto ao assassinato de Marcondes. A manifestação serrá às 14h, no local onde o indígena foi morto (Avenida Eugênio Krause). O evento tem apoio de outras etnias além do povo Laklãnõ-Xokleng, como Guarani e Kaingang.

Ontem (09), ocorreu ato ecumênico na Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC), com homenagens ao ex-aluno e professor Marcondes Namblá, 36 anos. Familiares, amigos, colegas e professores exigem justiça pelo assassinato do índio Xokleng.  Marcondes se formou  na UFSC em abril de 2015 e desenvolvia atividades de ensino na escola Laklãnõ. Ele foi morto a pauladas na praia de Penha, Norte do Estado.

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