Gelson Merisio defende incentivos tributários para regiões menos desenvolvidas em SC

POLÍTICA – Santa Catarina é reconhecida por ser um estado desenvolvido. É o segundo em melhor qualidade de vida e o terceiro IDH (Índice de Desenvolvimento Humano, medida da ONU que avalia a qualidade de vida e o desenvolvimento econômico de uma população) do país. Mas a realidade não é a mesma para todas as cidades. Atualmente em Santa Catarina 649 mil pessoas vivem abaixo da linha da pobreza, sendo 291 mil em situação de miséria, que é quem vive com menos de R$140 por mês.

Durante uma das sabatinas regionais que o pré-candidato a governador Gelson Merisio (PSD) tem feito pelo estado, ele defendeu que algumas regiões precisam ter tratamento diferenciado na questão tributária justamente para redistribuir o crescimento econômico de forma mais igualitária. Uma empresa ou indústria que escolhesse operar em uma cidade de uma região menos desenvolvida teria custos menores, incentivando a geração de empregos, renda e desenvolvimento daquela região.

Gelson Merisio

“Você não está tirando de ninguém, está redistribuindo o crescimento para igualar oportunidades”, defendeu Merisio. Algumas cidades da região do Vale do Araranguá, do Planalto Serrano, Planalto Norte e no Extremo Oeste estão entre as menos desenvolvidas economicamente. A região serrana é considerada a mais pobre do estado. Lá fica a cidade com menor IDH, Cerro Negro. Seguida por Calmon, no Oeste, e Vargem, São José do Cerrito e Campo Belo do Sul, essas três também na Serra catarinense.

Baixar as taxas tributárias nessas cidades é uma forma de incentivar que as empresas se instalem, gerando desenvolvimento na região. “A grande missão do serviço público é servir as pessoas. É cuidar daqueles que mais precisam, é erradicar a miséria extrema, permitir que o agricultor tenha a tranquilidade de saber que será atendido no sistema público de saúde quando precisar”, concluiu Merisio.

você pode gostar também
Deixe uma resposta

Seu endereço de email não será publicado.