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Fink diz que quer ser prefeito de Indaial, pede afastamento da presidência, mas fica na Câmara e anuncia que vai denunciar quem o acusou de criminoso.

Em resposta ao vereador Fink, internautas questionaram que, primeiro quem taxou ele de criminoso foi o Ministério Público

INDAIAL – Ao retornar à presidência da Câmara de Vereadores de Indaial depois de ser preso pelo crime de furto no dia 21 de junho no Supermercado Big e ser denunciado no artigo 155 pelo Ministério Público, Antônio Carlos Fink fez um discurso evasivo de informações sobre o caso e destilando ódio a população que o chamou de criminoso, em suas palavras.

“Se roubei foi de minha família…Eu vou provar minha inocência… Deixo a presidência, mas permaneço na Câmara…Quando tentaram me algemar disse que não era justo….Aqui quem fala é uma pessoa com 58 anos de vida ilibada… Aos que estão me condenando , quero avisar já tenho várias atas e atas que respondem pelos teus atos como responderei aos meus….Gostaria de ser prefeito dessa cidade…Aos que não sabem perder a eleição, aos que são oportunistas, mas tarde vão pagar pelo que estão falando, e aos que podiam me defender não precisa, os amigos de verdade estão me defendendo….Os que estão dizendo que sou bandido, criminoso também vão ter que provar na justiça…A defesa eu faço e a acusação é vocês, é logico que o Fink perto de um Big é uma diferença muito grande…” foram algumas das frases proferidas por Fink em seu retorno.

Antônio Carlos Fink disse que todos os que conhecem sabem de sua vida, ele lembrou de sua história e trajetória na Casan e disse que tem um sonho de ser prefeito de Indaial.

Em resposta ao vereador Fink, internautas questionaram que, primeiro quem taxou ele de criminoso foi o Ministério Público, pois no trecho da denúncia o promotor José de Jesus Wagner escreveu “Lá chegando, dando vasão ao seu intento criminoso, Antônio colocou diversos produtos….” cita o promotor.

Foto:MPSC

Resta saber se o parlamentar Fink, vai denunciar o agente ministerial do Ministério Público por ter sido citado como criminoso e denunciado pelo crime de furto no artigo 155 do Código Penal Brasileiro.

Após o termino do pronunciamento de Fink, foi lido um documento em plenário em que a vereadora Ana Paula Reiter renunciou ao cargo de Corregedora da Câmara.

“Perante alguns acontecimentos, eu acredito que não é mais viável permanecer na corregedoria, eu acredito que no momento, diante das coisas como aconteceram não faz sentido ter esse cargo”, discursou Ana Paula Reiter.

Curiosamente Ana Paula foi quem elaborou um relatório em que citou quebra de decoro parlamentar por parte da conduta de Fink e pedia criação de uma comissão para apurar os fatos, tal comissão solicitada, nunca foi instalada.

Fonte: Rádio Nova FM

Abaixo vídeo do retorno de Fink com parte de seu pronunciamento:

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