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Em 11 dias, governo Moisés exonerou 720 comissionados e nomeou 375

POLÍTICA –  Até a última sexta-feira, o governador Carlos Moisés da Silva (PSL) fez 720 exonerações. Em contrapartida, nomeou 375 novos cargos de confiança para ocupar parte das funções. No saldo geral, até o momento, são 345 postos cortados. A promessa do governo é eliminar 922 comissionados e funções gratificadas nos primeiros 90 dias de trabalho.

Nesta semana, os cortes vão continuar. Segundo Douglas Borba, secretário da Casa Civil, vão começar a ser feitas as exonerações na saúde e educação, onde há grande volume de servidores comissionados. Para as contratações, explica Borba, está sendo adotado o critério técnico, sem que o posicionamento ideológico seja deixado de lado. Depois das polêmicas exonerações de pessoas que haviam sido escolhidas pelo currículo qualificado, mas foram demitidas por pressão de aliados do PSL pelo apoio de ambos a opositores na última eleição, a avaliação do governo é de que entre um profissional com posicionamento da direita e um contrário, será priorizado o primeiro por conta das diretrizes do partido.

Para substituir Tiago Savi, que havia sido nomeado pela Santur e pediu afastamento antes mesmo de assumir por ter sido contra Jair Bolsonaro (PSL) nas eleições, dois nomes estão sendo avaliados. Nesta semana deve ser confirmado o novo presidente da empresa de turismo. Já a coordenadoria de Igualdade Racial, ocupada cinco dias por Edenice Fraga, tem futuro incerto. A secretária de Assistência Social, Trabalho e Habitação (SST) apresentará uma proposta de reformulação da pasta a pedido do governo dentro da linha colocada em prática no nível nacional. As mudanças estarão dentro da reforma administrativa a ser enviada por Moisés para a Alesc.

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