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Centro de Pesquisas Biológicas de Indaial esclarece que os macacos não transmitem a febre amarela

INDAIAL – A relação dos macacos com a febre amarela tem levantado muitos questionamentos se esses mamíferos são transmissores da doença. O Centro de Pesquisas Biológicas de Indaial/Projeto Bugio esclarece que os macacos não transmitem a febre amarela para o homem.

Na verdade eles são os primeiros a adoecer, por isso alertam os órgãos de saúde do perigo. Quando estão doentes a maioria dos macacos apresenta comportamento lento, costuma descer das árvores, fica perambulando pelo chão, tem dificuldades para se alimentar e morre em poucos dias.

Os bugios são primatas ameaçados de extinção e os mais atingidos, porém outras espécies também são afetadas como macaco-prego, macaco-aranha, macaco-da-noite, sagui, entre outros.

A febre amarela é uma doença infecciosa transmitida por mosquitos da mata e da cidade. A ocorrência de animais doentes ou mortos indica que a doença pode estar presente e que há risco das pessoas também adquirirem a febre amarela.

O Centro de Pesquisas Biológicas realiza a vigilância da febre amarela na região, efetuando a necropsia de todas as carcaças encontradas de bugio-ruivo. A orientação é entrar em contato com a Vigilância Epidemiológica de Indaial (3317-2100) ou com o Projeto Bugio (3333-3878) quando a comunidade encontrar, por exemplo, carcaças de macaco, inclusive ossada, macaco doente, ferido ou morto. Nesses casos a recomendação é não tocar no animal e nem enterrá-lo; evitar que crianças, outros animais e curiosos se aproximem e aguardar a chegada de um técnico do serviço de saúde.

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