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Audiência pública vai discutir situação das barragens do Alto Vale do Itajaí

Por Judson Lima

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MATEANDO  – A Comissão de Turismo e Meio Ambiente da Alesc aprovou proposta do presidente do colegiado, deputado Ivan Naatz (PL) e já está confirmada para a próxima semana, no dia 26 de maio, a realização de uma audiência pública em Rio do Sul, a partir das 19h, no auditório do Centro Universitário para o Desenvolvimento do Alto Vale do Itajaí – Unidavi , para discutir a situação das barragens de contenção de cheias na região.

Nesta quarta-feira ( 18) o deputado Ivan Naatz teve uma reunião prévia sobre o assunto com o chefe da Defesa Civil de Santa Catarina, David Christian Busarello, quando também fez a entrega pessoal do convite para a audiência pública afim de que possa atualizar informações e esclarecimentos do governo com relação a recuperação dos equipamentos.

Após duas visitas ao local nos últimos dois anos, o parlamentar demonstrou sua preocupação com informações sobre a necessidade de recuperação e reformas nas três barragens de contenção de cheias na região, principalmente no caso maior estrutura , a Barragem Norte, em José Boiteux , que continua abandonada , em estado precários e com os equipamentos totalmente depredados em função também de antiga questão indígena sobre parte da área.

As outras duas barragens estratégicas de Ituporanga e Taió necessitam de reformas emergenciais,mas segundo o deputado, faltam respostas concretas do governo estadual, assim como também relação aos projetos de construção de sete pequenas novas barragens na região , anunciadas desde 2019 pelo executivo estadual.

“As recentes e fortes chuvas serviram de alerta e comunidade regional quer saber do governo do Estado o que está sendo feito para proteger a população do Vale do Itajaí, já que só no caso da barragem Norte há repercussão na segurança de cerca 1, 5 milhão de habitantes da região “, observa Naatz. Segundo ele, a Defesa Civil tem feito o trabalho preventivo das chuvas via equipamentos, mas é preciso também o reforço estrutural para combater os efeitos quando há excesso de chuvas, que é o caso do perigo das inundações com risco de perdas humanas e materiais.

Para o deputado , “as desculpas do governo estadual de que há excesso de burocracia para liberação total dos R$ 21 milhões de recursos confirmados via convênio com o governo federal “não podem servir de justificativa para tamanha demora nas obras , assim como também como no caso da questão indígena. “O executivo estadual tem corpo técnico especializado via Defesa Civil e outras secretarias afins para o encaminhamento e agilização destes impasses, além da via politica”, afirma.

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