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Apiúna contabiliza mais de 50 focos positivos de Dengue

Por Judson Lima

APIÚNA – O município de Apiúna contabilizou mais de 50 focos positivos de Dengue, informou o setor responsável. Por isso foi solicitado a compreensão dos populares, para que eles recebam os agentes do setor em sua residência.

Apiúna conta atualmente com apenas com 2 agentes para as atividades de controle do vetor, por isso a importância da contribuição dos moradores para frear a subida dos focos.

Prevenção à dengue

A DIVE/SC alerta que eliminar os criadouros do mosquito é a melhor forma de prevenir dengue, zika e chikungunya, as três doenças transmitidas pelo vetor. “Se temos o mosquito, poderemos ter o registro das doenças. Por isso, é tão importante eliminar locais que possam acumular água e reforçar junto à população a importância das medidas de controle do mosquito. E essa, é uma ação compartilhada entre a população e o poder público”, explica o gerente.
Por isso, para ajudar a população a se organizar para eliminar os locais com água parada, a DIVE/SC preparou um check-list das principais ações que precisam ser realizadas semanalmente por cada morador de SC. Em um cartaz, com itens simples, a Diretoria elenca os principais locais que precisam ser examinados a cada sete dias.
Ciclo do mosquito
A fêmea deposita até 100 ovos nas paredes internas de recipientes que tenham ou que possam acumular água. Em contato com a água, os ovos desenvolvem-se rapidamente em larvas, que dão origem às pupas. Delas, surge o adulto num ciclo de, aproximadamente, 7 dias. “Por isso, a ideia é que a cada semana, o morador confira os itens do check-list. Dessa maneira, conseguimos controlar o mosquito e consequentemente, diminuis os casos da doença em SC”, afirma João Fuck.
Divulgação
O Aedes aegypti tem como criadouros os mais variados recipientes que possam acumular água parada. Os mais comuns são pneus sem uso, latas, garrafas, pratos dos vasos de plantas, caixas d’água descobertas, calhas, piscinas e vasos sanitários sem uso. A fêmea do mosquito pode, também, depositar seus ovos nas paredes internas de bebedouros de animais e em ralos desativados, lajes e em plantas como as bromélias.
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