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Acidentados em Rodeio, pacientes ficam noivos na UTI do Santa Isabel

Por Judson Lima

RODEIO – Vítimas de um grave acidente ocorrido em 23 de fevereiro, que ceifou a vida de duas pessoas na localidade Morro do Ipiranga na cidade de Rodeio, os namorados Ilson Tadeu e Luciane Roberta Capelasso Guidiu ficaram noivos na Unidade de Terapia Intensiva-UTI do Hospital Santa Isabel, onde ela estava internada desde o dia 24/02, para onde foi removida do hospital Beatriz Ramos.

Foto: Gabriel Silva/Comunicação HSI.

Após dois meses e meio de internação Luciane Roberta recebeu alta da UTI no último dia 06 de maio e embarcou em uma UTI móvel em direção ao município de Presidente Prudente, em São Paulo, onde segue em acompanhamento médico.

Foto:Gabriel Silva/Comunicação HSI.

Na saída, um corredor de honra foi montado na Unidade Luizita 1. Mantendo distância de segurança e tomando os devidos cuidados relacionados ao Covid-19, Luciane e o noivo foram aplaudidos pelos profissionais de saúde da Unidade Luizita 1 e da UTI Geral, onde ela passou parte do tratamento, e recebeu conforme desejo uma pizza da Don Corleone Pizzaria.

Emocionada, Luciane agradeceu todo o cuidado que recebeu no Hospital Santa Isabel. Os familiares presentes, também emocionados, agradeceram. Nessa despedida, não houve abraços, vista a ações preventivas relacionadas ao Covid-19. Fica o desejo de todos os profissionais pela recuperação de Luciane.

Noivado na UTI

Foto: Gabriel Silva/Comunicação HSI.

No dia 14 de abril, Luciane e o namorado Ilson Tadeu, que foi vítima do mesmo acidente, completaram um ano e três meses de namoro. Apaixonado, acompanhando todo o tratamento desde o começo, Ilson pediu a namorada em casamento na Unidade de Terapia Intensiva do Hospital Santa Isabel.

Tratamento e Vaquinha Virtual 

Ilson Tadeu e Luciane Roberta realizavam cicloturismo em Rodeio

Para ajudar a custear o tratamento de reabilitação da Luciane Capelasso, devido a pandemia, alguns serviços do SUS e parceiros estão temporariamente suspensos, o que não deixou alternativas a não ser recorrer ao tratamento particular, o que gera um alto custo.

A família não dispõe de recursos suficientes para o tratamento completo que envolve uma equipe multidisciplinar, fisioterapeuta, fonoaudiologista, psicóloga, nutricionista, cuidadora, e materiais de uso diário para curativos e procedimentos.

Contamos com sua colaboração, divulgando, compartilhando e contribuindo no link abaixo http://vaka.me/1048361

 

Por Judson Lima

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